21 Filmes para Morrer de Medo

O Desventura indica para o dia das bruxas “21 filmes para morrer de medo”. Elegemos de clássicos a lançamentos, de trash a blockbusters. O critério principal foi o potencial aterrorizador, mas algumas exceções também mereceram lugar na lista. Buscamos variar nas diversas formas de terror e nos diversos subgêneros. Além disso, incluímos links para trailers ou partes do filme. Fiquem com as indicações e se apavorem no Halloween do Desventura e assinem nosso feed clicando aqui

O Silêncio dos Inocentes (EUA, 1991). Escrito por Ted Tally (baseado em romance de Thomas Harris). Dirigido por Jonathan Demme. Para resolver um mistério envolvendo um assassino serial, uma jovem agente do FBI Clarice Sterling (Jodie Foster) busca auxílio do perigoso psicopata Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) com quem desenvolve uma relação de certa empatia. Ele possui uma inteligência arrebatadora, um poder de persuasão invejável, é refinado e... antropofágico. Lecter é a própria personificação da maldade, o que lhe garantiu a medalha de ouro. Vencedor de 5 Oscars. Assista ao trailer legendado

O Exorcista (EUA, 1973). Escrito por William Peter Blatty. Dirigido por William Friedkin. Quem não passou noites sem dormir depois de assistir a trama em que o padre Merrin luta para expulsar a possessão demoníaca do corpo de Regan (Linda Blair)? Na época de seu lançamento, os espectadores passavam mal e saiam aterrorizados das salas. Imagino que as noites deles não foram as mesmas por um bom tempo. Afinal, este filme assusta até a quem não o assistiu. Vencedor de 2 Oscars. Assista ao trailer (sem legenda)

O Iluminado (EUA/Reino Unido, 1980). Escrito por Stanley Kubric e Diane Johnson (baseado em romance de Stephen King). Dirigido por Stanley Kubric. Jack Torrance (Jack Nicholson) é contratado para cuidar de um hotel durante um rigoroso inverno, época em que não há hóspedes no local. Isolado com a mulher e o filho, Jack começa a enlouquecer enquanto forças sobrenaturais passam a atormentá-los. Stanley Kubric experimentou o gênero e concebeu um thriller psicológico perturbador. Assista ao trailer

O Bebê de Rosemary (EUA, 1968). Escrito e dirigido por Roman Polanski (baseado em romance de Ira Levin). Rosemary Woodhouse (Mia Farrow) se muda com o esposo para um prédio habitado por estranhas pessoas. Após engravidar, Rosemary começa a ter estranhas alucinações nas quais o marido (John Cassavetes) se envolve em uma seita que quer que ela dê à luz ao Filho das Trevas. O filme começa ameno, quando percebemos, estamos desorientados completamente. Vencedor de 1 Oscar. Assista ao trailer (sem legenda)

Psicose (EUA, 1960). Escrito por Joseph Stefano (baseado em romance de Robert Bloch). Dirigido por Alfred Hitchcock. Uma secretária (Janet Leigh) rouba 40 mil dólares. Durante a fuga, hospeda-se em um velho motel, onde é recebida pelo simpático dono, Norman Bates (Anthony Perkins). No entanto, a mãe do rapaz não parece se agradar com sua presença. Como pensar em suspense sem trazer à mente a cena do chuveiro e a marcante trilha sonora de Bernard Herrmann? Norman nos ofereceu um quarto. Rejeitamos o convite, mas para compensar, garantimos seu 5º lugar na lista. 4 indicações ao Oscar. Assista ao trailer (sem legenda)

Poltergeist – O Fenômeno (EUA, 1982). Escrito por Steven Spielberg, Michael Grais e Mark Victor. Dirigido por Tobe Hooper. Uma família é atormentada por fenômenos cada vez mais estranhos, até que a filha caçula é raptada para outra dimensão. A direção é creditada a Tobe Hooper, mas Spielberg contribuiu bastante. Seja de quem for maior mérito, agradecemos por terem criado cenas tão medonhas que nos fazem querer dormir com as luzes acesas... e sem olhar para a TV. 3 indicações ao Oscar. Assista ao trailer (sem legenda)

A Casa das Almas Perdidas (EUA, 1991). Escrito por Darrah Cloud. Dirigido por Robert Mandel. Neste filme, mais uma família é torturada psicologicamente por manifestações do além. O diferencial e o ponto forte deste longa é o realismo com que os fenômenos são apresentados. Produzido para a TV e pouco conhecido, porém é um daqueles pequenos-grandes filmes. Terror de arrepiar cada fiozinho de cabelo da sua nuca. E cuidado ao deitar a cabeça no travesseiro, talvez ele queira lhe dizer algo.

Alien - O 8º Passageiro (EUA/Reino Unido, 1979). Escrito por Dan O'Bannon. Dirigido por Ridley Scott. No retorno à Terra, tripulantes de uma nave se deparam com um estranho ser alienígena que parece disposto a acabar com a vida de todos. O "oitavo passageiro" do título se utiliza do homem para encubar sua cria parasita. Ao término da gestação, ele abandona o hospedeiro rasgando-o, cresce rápido e continua fazendo vítimas. Até ferido o bicho é perigoso, pois seu sangue é ácido. Vencedor de 1 Oscar. Assista ao trailer (sem legenda)

Despertar dos Mortos (Itália/EUA, 1978). Escrito e dirigido por George A. Romero. 2ª parte da cultuada coletânea dos mortos-vivos de Romero. Na trama, um grupo de pessoas se refugiam em um Shopping Center, pois lá fora, os mortos retornaram à “vida” e estão devorando os humanos. Esse filme simboliza a contribuição do diretor para o gênero terror, afinal de contas, ele é o "pai" dos mortos-vivos. Aqui, a representação do horror é visceral e explícita, o que pode chocar platéias mais sensíveis. Menção honrosa ao remake "Madrugada dos Mortos". Assista ao trailer (sem legenda)

O Chamado (EUA/Japão, 2003). Escrito por Ehren Kruger (baseado em romance de Kôji Suzuki). Dirigido por Gore Verbinski. A jornalista Rachel Keller (Naomi Watts) investiga a morte da sobrinha e descobre a relação com outros casos semelhantes e um estranho vídeo, que parece provocar a morte de quem o assiste em uma semana. É uma refilmagem do japonês Ringu. Uma corrente de filmes de terror japonês despontou com este. Aqui, o cabelo da garotinha dá medo, o andar dela dá medo, a fita dá medo. Porém, o conceito do filme é o mais assustador: um filme que mata de medo quem o assiste. Ou você vai dizer que não pensou em fechar os olhos quando o conteúdo da fita é mostrado? Assista ao trailer (sem legenda)

Extermínio (Reino Unido, 2002). Escrito por Alex Garland. Dirigido por Danny Boyle. Ativistas liberam um grupo de macacos que serviam de cobaias para um experimento, mas eles são atacados pelos animais, que os contaminam com um vírus que leva horror à sociedade. Extermínio apresenta uma espantosa cidade devastada. A imagem de Londres vazia é marcante. Neste longa, os mortos-vivos são chamados de infectados. O interessante daqui é que os homens não infectados podem se tornar ainda mais ameaçadores. Assista ao trailer (sem legenda)

A Bruxa de Blair (EUA, 1999). Escrito e dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez. Três estudantes de cinema resolvem fazer um documentário sobre uma lenda interiorana sobre a Bruxa de Blair. Para isso, eles acampam na floresta em que a tal bruxa, supostamente, costuma aparecer, mas eles acabam se perdendo e presenciando sinistros acontecimentos. O filme foi produzido por 35 mil dólares e lucrou quase 250 milhões, provando que a sugestão pode provocar mais medo do que o emprego gráfico do horror. Assista ao trailer (sem legenda)

A Hora do Pesadelo (EUA, 1984). Escrito e dirigido por Wes Craven. Uma turma de adolescentes sofre com horríveis pesadelos em que um homem desfigurado com garras afiadas passa a persegui-los. Mais tarde, eles descobrem que se trata de um antigo molestador de crianças que fora queimado e agora procura vingança através dos sonhos. Com o tempo, Freddy Krueger tornou-se uma figura tão pop que chegamos a esquecer o conceito aterrorizante de ter os sonhos invadidos por um ser como ele. De qualquer forma, este nunca será um daqueles filmes em que você dorme durante a sessão. Assista ao trailer (sem legenda)

O Orfanato (The Orphanage, México/Espanha, 2007). Escrito por Sergio G. Sánchez. Dirigido por Juan Antonio Bayona. Laura (Belén Rueda), juntamente com esposo e filho Simón, retorna ao orfanato onde passou bons momentos da infância. Ela deseja reativá-lo, mas algo no local parece instigar a imaginação de Simón. Aos poucos, ela também é tomada pela estranheza do lugar. A pergunta é: como um drama aparentemente tão sereno pode se tornar tão perturbador e mórbido? A resposta garante o lugar na lista. Assista ao trailer legendado

O Massacre da Serra Elétrica (EUA, 1978). Escrito por Kim Henkel e Tobe Hooper. Dirigido por Tobe Hooper. Durante uma viagem pelo interior do Texas, um grupo de jovens se depara com uma insana família que possui o hábito de matar as pessoas que por ali passam, tratando-as como gado. Um clássico que não podia faltar em nossa lista. Nesta estréia de Tobe Hooper na direção, não só os vilões, mas tudo é bizarro, desde os sons aos cenários. Também posso jurar que senti um forte cheiro de carne podre. Baseado em caso real. Assista ao trailer (sem legenda)

Wolf Creek - Viagem ao Inferno (Austrália, 2005). Escrito e dirigido por Greg Mclean. Durante uma visita à cratera de Wolf Creek, três mochileiros enfrentam um grande terror quando passam a ser, literalmente, caçados por um psicopata. Filme australiano que oferece a terrível sensação daqueles pesadelos em que você foge, mas não consegue escapar do perigo. Ao término do filme, surge um fortíssimo alívio. Todavia, as impactantes imagens demoram a sumir da memória. Baseado em caso real. Assista ao trailer legendado (Português de Portugal)

O Nevoeiro (EUA, 2007). Escrito e dirigido por Frank Darabont (baseado em conto de Stephen King). Um nevoeiro invade uma cidade, fazendo com que um grupo de pessoas se refugie no supermercado. O que, a principio, era só uma neblina gigantesca, logo se revela um esconderijo para perigosas criaturas. Tenso do início ao fim e ainda provoca discussões sociológicas, este recente suspense já merece destaque. Assista ao trailer legendado

Uma Noite Alucinante 2 (EUA, 1987). Escrito por Sam Raimi e Scott Spiegel. Dirigido por Sam Raimi. Ash (Bruce Campbell) e uns amigos se hospedam numa remota cabana na floresta, onde encontram uma fita com gravações que invoca os mortos. Sam Raimi conseguiu refilmar o filme anterior, resumindo-o em poucos minutos e completá-lo para obter esta seqüência emblemática do combate de Ash contra as forças do mal enquanto tenta manter a sanidade. Assista ao trailer (sem legenda)

Um Lobisomem Americano em Londres (Reino Unido/EUA, 1981) Escrito e dirigido por John Landis. Não podia faltar um representante dos licantropos. Este é um clássico do humor negro. Dois turistas americanos, passando por uma zona rural, ignoram a advertência de evitar o bosque e lá são atacados por uma apavorante fera. Mais tarde, eles descobrem que se tratava de um lobisomem. Tudo bem, o filme não assusta tanto assim, mas sem dúvida, oferece ótimos momentos como a cena no cinema. Assista ao trailer (sem legenda)

Fome Animal (Dead Alive, Nova Zelândia, 1992). Escrito por Stephen Sinclair, Fran Walsh e Peter Jackson. Dirigido por Peter Jackson. A mãe de Lionel (Timothy Balme) é mordida por uma espécie rara de macaco e acaba contraindo uma doença que a transforma em zumbi. O filho tenta esconder o fato, mas logo se vê cercado por uma legião de zumbis em sua própria casa. Peter Jackson concebeu este belo exemplar do cinema trash. Medo não dá, mas nojo... Se possuir estômago fraco, sugerimos não ingerir nada durante a sessão. Assista ao trailer (sem legenda)

Todo Mundo Quase Morto (Reino Unido/França, 2004). Escrito por Simon Pegg e Edgar Wright. Dirigido por Edgar Wright. Shaun se vê obrigado a dar um novo rumo a sua vida de derrotado quando passa a liderar um grupo de sobreviventes que fogem de um ataque de mortos-vivos. Entre um banho de sangue, Shaun ainda encontra tempo para o amor. Se você assistiu a pelo menos 10 filmes dessa lista, vai precisar dar uma refrescada na mente. Este filme oferecerá o que você precisa: humor negro sem fugir do tema. Na verdade, Todo Mundo Quase Morto é uma grande sátira. Mas afinal, por que uma comédia romântica não pode ter zumbis? Assista ao trailer (sem legenda)

Por Antonio e Otávio Ugá

Top 10 piores gafes em profecias e citações sobre Artes e Entretenimento

Esta lista vai mostrar profecias e citações que se tornaram verdadeiros fiascos sobre o mundo das Artes e Entretenimento. Assine nosso feed clicando aqui

10.“Não sabe representar nem cantar e é careca. Dança um pouco”
Executivo da Metro, a respeito de Fred Astaire – 1928

9. “Esse rapaz não tem o menor talento. Diga a ele para desistir de pintar”
Édouard Manet, pintor francês, referindo-se a Pierre-Auguste Renoir, famoso pintor impressionista francês

8. “É impossível que os nobres órgãos da fala humana sejam substituídos por um insensível e ignóbil metal”
Jean Boillaud – Academia Francesa de Ciências – A respeito do fonógrafo de Thomas Edison – 1879

7. “O cinema sonoro é uma novidade que durará uma temporada”
Revista American Cinematographer -1900

6. “As composições de Bach são desprovidas de beleza, de harmonia e de claridade melódica”
Johann Adolf Cheibe, Compositro e crítico de música alemão – 1773

5. “A televisão não dará certo. As pessoas terão de ficar olhando sua tela, e a família norte-americana média não tem tempo para isso”
The New York Times – 18 de abril de 1939, na apresentação do protótipo de um aparelho de TV

4.“...E o vento levou vai ser o maior fracasso da história de Hollywood.”
Gary Cooper - Ator de cinema norte-americano – 1938

3. “Uma orgia de sons vulgares”
Louis Spohr – Violinista e compositor alemão comentando a primeira apresentação da 5ª sinfonia de Beethoven – 1808

2. “Não gostamos do som de vocês. Além disso, conjuntos de guitarras não tem futuro”
Executivo da Gravadora Decca – descartando-se dos Beatles – 1962

1. “Até julho sai de moda”
Revista Variety – Sobre o Rock’r’roll – março de 1956

Depois de ver essa lista, é bom pensar um pouco antes de criticar.

As frases foram selecionadas tendo como base o livro "Profetas do Erro"

Tirinhas (Parte 4) - Bichinhos de Jardim

As tirinhas de hoje são do blog Bichinhos de Jardim da cartunista Clara Gomes, suas tirinhas são caracterizadas por um humor leve que retrata o cotidiano com 'doses' de crítica além de um traço inconfundível.
Clique nas imagens para ampliar:
Falando com Deus
Atendimento ao consumidor
Vida artificial Telefonema amigo
Pra quê
Papo com Deus
Não é mole...
Mulheres
Mude o canal
Mudar o mundo
Lógica de mercado
Já é natal no jardim
Fama transitória
Campanha por um mundo melhor
A chave
A importância das minhocas
Anunciaram e garantiram...

Qual navegador escolher? Eis a questão

A escolha de um bom navegador é de grande importância para acessar a internet. O finlandês Mikko Hyppönen e outros 3 especialistas avaliaram os 6 navegadores mais utilizados. Fiquem com o resultado da pesquisa

Ponto forte: é o que permite criar e instalar o maior número de aplicativos, de acordo com a necessidade de cada um. Ao agregar tais serviços ao programa se torna mais completo

Ponto fraco:
é o navegador que mais consome memória do computador

Para quem é mais indicado:
programadores e pessoas que utilizam a internet para funções que vão além do e-mail e de uma busca simples de informações

Ponto forte: quem se acostuma a ele tem a vantagem de usar, com facilidade, 85% dos computadores adotam o Explorer

Ponto fraco:
é o menos seguro dos 6 avaliados. Isso porque eventuais falhas no programa só são corrigidas quando é lançada uma nova versão do navegador – o que leva alguns anos. O fato de ser o mais antigo e popular contribui para torná-lo o principal alvo dos hackers

Para quem é mais indicado:
gente que não tem hábito de executar tarefas que incluam a transmissão de dados pessoais, como pagamentos e compras on-line. Ainda que a nova versão tenha avançado, continua sendo o navegador mais vulnerável ao aparecimento de vírus

Ponto forte: é o único que executa as tarefas do navegador separadamente. Significa que, se uma página travar, isso não afetará a outras que estão abertas no computador

Ponto fraco:
não inclui certas funções básicas, entre as quais a barra de ferramentas, que facilita a navegação

Para quem é mais indicado:
pessoas que costumam usar serviços do próprio Google (Gmail, Google Earth, etc). Este navegador abre tais páginas a uma velocidade cerca de três vezes maior
Ponto forte: é o que oferece o maior número de recursos e consome pouca memória do computador. Permite, por exemplo, que o usuário realize certas tarefas por comando de voz ou acesse a sua lista de sites favoritos de qualquer computador

Ponto fraco:
é o mais difícil para navegação. Quem não tem muita prática com a internet demora a se familiarizar com o programa

Para quem é mais indicado:
pessoas que utilizam ferramentas mais sofisticadas na internet
Ponto forte: instalado em computadores da Apple, é o mais rápido de todos – abre sites na internet a uma velocidade duas vezes maior que a do Explorer e do Firefox

Ponto fraco:
quando utilizado com o Windows, ocupada muito espaço da memória do computador

Para quem é indicado:
para computadores Apple, porque nestes a navegação ganha velocidade
Ponto forte: é o único com mecanismos que permitem compartilhar, com facilidade, textos e imagens na internet. Ainda agrega à barra de ferramentas atalhos para acessar e navegar por redes sociais, como Orkut e Facebook

Ponto fraco:
é o segundo que mais consome memória

Para quem é mais indicado:
blogueiros e gente que navega por diversas redes sociais
Fonte: Revista Veja

Curiosidade - Origem dos nomes e marcas das multinacionais

Os nomes e marcas das multinacionais nos parecem tão naturais pelo habito do uso que nem perguntamos de onde surgiram ou o porquê deles. Achei essa lista (muito interessante) que explica a origem e o porquê das marcas.

Maçã era a fruta favorita de Steve Jobs (co-fundador) e ele também havia trabalhado em um pomar de maçãs. No momento de escolha do nome, eles procuraram escolher algo que pudesse manter distante nomes que pudessem refletir algo “frio, inacessível, e imagens complicadas criadas por empresas naquele período.”

As 3 primeiras letras são da palavra “computer/computador” e foi adicionado o “paq” para “denotar um pequeno objeto completo”, ou que pudesse significar“compatibilidade e qualidade.”

Pierre Omidyar que criou o eBay originalmente tinha uma consultoria chamada Echo Bay Technology Group. Quando ele tentou comprar o domínio EchoBay.com para seu site de leilões, verificou que alguém já havia comprado. Ele então comprou o nome eBay.

Larry e Sergey escolheram Google que era deliberadamente um erro de soletração da palavra Googol. Este digito significa 1 seguido de cem zeros, e “reflete a missão da empresa de organizar o mundo da informação”.

Foi escolhido pelo fundador ao querer demonstrar a todos que o e-mail tinha algo incluído. Hotmail foi escolhido por conter as letras HTML. O nome originalmente tinha as letras HTML em maiúsculo: HoTMaiL.

Uma combinação de “INTegrated ELectronics” em português “Eletrônicos Integrados”.

Era originalmente representado por “Micro-Soft” em devoção ao microcomputer software(software de micro-computador). O traço foi removido.

Criado a partir de 3 diferentes caracteres da língua Kanji de origem Japonesa: Nin-ten-do. As primeiras duas podem ser traduzidas como “Paraíso abençoa trabalho difícil”.

Representado pelas iniciais de Standford University Network (Rede de Universidades Standford). A primeira workstation foi desenvolvida pelos fundadores em seus dormitórios na Universidade de Standford.

Representado por: Yet Another Hierarchical Officious Oracle(”Um Outro Oráculo Oficioso Hierárquico”). A palavra “Yahoo” foi originalmente usada no livro “Viagens de Gulliver” e descreve alguém “repulsivo na aparência e raramente humano”. Os fundadores do Yahoo brincam que eles são Yahoos.

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